"Uma fonte da PJ explica, contudo, que a simples entrega de prendas não constitui qualquer crime desportivo, sendo necessário, para que o caso não termine arquivado, que se comprove que as ofertas eram contrapartidas dadas aos árbitros para estes beneficiarem o Benfica. Até ao momento, não foi recolhido qualquer indício nesse sentido."
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
A verdade dos Campeonatos de Portugal
Chamo a particular atenção para o excerto do texto publicado hoje pela edição online do jornal Público - eu sei que não é tão credível como o Correio da Manhã e o JN - em que se pode ler que não foram constituídos arguidos no processo dos vouchers.
"Uma fonte da PJ explica, contudo, que a simples entrega de prendas não constitui qualquer crime desportivo, sendo necessário, para que o caso não termine arquivado, que se comprove que as ofertas eram contrapartidas dadas aos árbitros para estes beneficiarem o Benfica. Até ao momento, não foi recolhido qualquer indício nesse sentido."
"Uma fonte da PJ explica, contudo, que a simples entrega de prendas não constitui qualquer crime desportivo, sendo necessário, para que o caso não termine arquivado, que se comprove que as ofertas eram contrapartidas dadas aos árbitros para estes beneficiarem o Benfica. Até ao momento, não foi recolhido qualquer indício nesse sentido."
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